A dor fortalece
A escrita surrealista
Vomita o que enobrece
E segue o transformista
A boca não fecha
Até que cheguem as formigas
Proclama no palco
A vida de artista
O palhaço sorri
E o homem chora
A criança canta
O mundo aqui e agora
São tantas as comissões
Que a bilheteria falida
Faz-me rir
Enquanto o malandro lá fora
Canta, samba e sorrir.
Leo Paes Leme
Outubro 2008
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
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