Apenas um
Que quer respirar
Matar a sede
A m a r
terça-feira, 28 de abril de 2009
sexta-feira, 6 de março de 2009
Doces Ilusões
O carnaval se foi
Levando doces ilusões
Não há mais fantasia
Que esconda a velha mentira.
Levando doces ilusões
Não há mais fantasia
Que esconda a velha mentira.
segunda-feira, 2 de março de 2009
Doce carnaval
Doce foi meu carnaval
Nos olhos de mel de Luísa
Vi o samba d’ alma
Pular, cantar e dançar!
Nos olhos de mel de Luísa
Vi o samba d’ alma
Pular, cantar e dançar!
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Vida que segue
Vida que segue
De um ponto ao outro
Em círculos ou linha reta
A um ponto de vista
Fim de um balanço
Das ondas do mar
Do vento que sopra
Um coração a amar
Fim que se deu
Mente partida
Mulher que cobiça
Eu vou embora
Fim que me leva
Pra longe tão perto
De um novo começo.
De um ponto ao outro
Em círculos ou linha reta
A um ponto de vista
Fim de um balanço
Das ondas do mar
Do vento que sopra
Um coração a amar
Fim que se deu
Mente partida
Mulher que cobiça
Eu vou embora
Fim que me leva
Pra longe tão perto
De um novo começo.
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Um dia
O que seria desse dia
Se olhasse pro céu
E azul
ficassem meus olhos
O que seria desse dia
Se o vento soprasse
O céu avermelhado
Com brisas de amor
Se O porre do cálice
Lavasse a ressaca
Da areia
Eu ia cantar
A Deusa mar
De ondas perfeitas
De infinito desejo
Eu ia te amar
Leonardo Paes Leme
Se olhasse pro céu
E azul
ficassem meus olhos
O que seria desse dia
Se o vento soprasse
O céu avermelhado
Com brisas de amor
Se O porre do cálice
Lavasse a ressaca
Da areia
Eu ia cantar
A Deusa mar
De ondas perfeitas
De infinito desejo
Eu ia te amar
Leonardo Paes Leme
Não era pra ser
Não era pra ser
Com rancor certas atitudes
A vingança não leva a nada
Não era pra ser
Sem palavras de franqueza
O nosso diálogo
Não era pra ser
Esse grande carinho
Existente entre nós
Não era pra ser
Apesar de tão bom o seu beijo
O seu abraço, seu cheiro
Não era pra ser
Apesar das mentiras
Uma verdade entre nós.
Com rancor certas atitudes
A vingança não leva a nada
Não era pra ser
Sem palavras de franqueza
O nosso diálogo
Não era pra ser
Esse grande carinho
Existente entre nós
Não era pra ser
Apesar de tão bom o seu beijo
O seu abraço, seu cheiro
Não era pra ser
Apesar das mentiras
Uma verdade entre nós.
Minha Luísa é assim
Minha Luísa é assim
Do corpo que venta
Do olhar adoçado
O rebolado inventa
Minha Luísa é assim
Com muito amor
Sopra ventos afagos
Dá a mão, anda do meu lado
Minha Luísa é assim
Menina do canto afinado
Corre pula tropeça
Ri chora levanta
Minha Luisa é assim
Loirinha morena
Gosta de um sim
Carioca da gema
Minha Luísa é assim
Do cabelo dourado
Filha da Mãe Joana
Menina do Pai Levado
Do corpo que venta
Do olhar adoçado
O rebolado inventa
Minha Luísa é assim
Com muito amor
Sopra ventos afagos
Dá a mão, anda do meu lado
Minha Luísa é assim
Menina do canto afinado
Corre pula tropeça
Ri chora levanta
Minha Luisa é assim
Loirinha morena
Gosta de um sim
Carioca da gema
Minha Luísa é assim
Do cabelo dourado
Filha da Mãe Joana
Menina do Pai Levado
Infinito Redentor
Escreverei como um louco
As ânsias do meu ser
Comerei como um elefante
As pedras do viver
Chutarei os ventos de terror
Beijarei todo subversor
Cantarei ao léu
Um infinito redentor.
Leo Paes Leme
27-05-08
As ânsias do meu ser
Comerei como um elefante
As pedras do viver
Chutarei os ventos de terror
Beijarei todo subversor
Cantarei ao léu
Um infinito redentor.
Leo Paes Leme
27-05-08
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Menina-Mulher
Sua pele me diz
Que delicadeza existe
Seus lábios cheiram
`A flor de lis
Olho você
Arredia e travessa
Mulher de corpo e alma
Menina feliz
Que delicadeza existe
Seus lábios cheiram
`A flor de lis
Olho você
Arredia e travessa
Mulher de corpo e alma
Menina feliz
A Bala
Que fogo é esse
Que esquenta meu coração
Sem rumo, desmorona
O sangue do peito ao chão
Que pontaria sem mira
a inocência
de um passante
Do olho da lente
A mira ofega
Um ser demente
Ao gatilho
Um dedo em riste
Uma mente transpira
E lá vai uma bala em vão
Que guerra é essa
Sem Deus e sem lado
Que só subtrai
Ou estou enganado
Que esquenta meu coração
Sem rumo, desmorona
O sangue do peito ao chão
Que pontaria sem mira
a inocência
de um passante
Do olho da lente
A mira ofega
Um ser demente
Ao gatilho
Um dedo em riste
Uma mente transpira
E lá vai uma bala em vão
Que guerra é essa
Sem Deus e sem lado
Que só subtrai
Ou estou enganado
O que será
O que será
de um artista não visto
Não ouvido, não lido
Que aqui por meio de palavras digitadas
Tenta em vão urrar sua dor
O que será
do Felipe
O amigo e mestre
O que será
das pessoas
Que não conheceram o fundo
Dessas almas artísticas
O que será
Do silêncio berrante
Desses poetas sem palco
Desses atores sem ações
O que será
da maquiagem borrada
Dos palhaços errantes
Que nasceram e morreram
Num mundo ofegante.
O que será?
Leo Paes Leme
7/8/08
de um artista não visto
Não ouvido, não lido
Que aqui por meio de palavras digitadas
Tenta em vão urrar sua dor
O que será
do Felipe
O amigo e mestre
O que será
das pessoas
Que não conheceram o fundo
Dessas almas artísticas
O que será
Do silêncio berrante
Desses poetas sem palco
Desses atores sem ações
O que será
da maquiagem borrada
Dos palhaços errantes
Que nasceram e morreram
Num mundo ofegante.
O que será?
Leo Paes Leme
7/8/08
Um artista
A dor fortalece
A escrita surrealista
Vomita o que enobrece
E segue o transformista
A boca não fecha
Até que cheguem as formigas
Proclama no palco
A vida de artista
O palhaço sorri
E o homem chora
A criança canta
O mundo aqui e agora
São tantas as comissões
Que a bilheteria falida
Faz-me rir
Enquanto o malandro lá fora
Canta, samba e sorrir.
Leo Paes Leme
Outubro 2008
A escrita surrealista
Vomita o que enobrece
E segue o transformista
A boca não fecha
Até que cheguem as formigas
Proclama no palco
A vida de artista
O palhaço sorri
E o homem chora
A criança canta
O mundo aqui e agora
São tantas as comissões
Que a bilheteria falida
Faz-me rir
Enquanto o malandro lá fora
Canta, samba e sorrir.
Leo Paes Leme
Outubro 2008
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Café da Manhã
As nove da manhã servia o café
Para uma bela mulher
Ao fundo Djavan
Com Flor de Lis
Bela manhã
de sol a brilhar
De bons ventos
Só queria cantar
O sabiá na janela
Espiava o amor à mesa
De um café da manhã
A sonhar
`A mesa não havia nada
Apenas um olhar
De dois
Que só queriam amar.
Leonardo Paes Leme
Para uma bela mulher
Ao fundo Djavan
Com Flor de Lis
Bela manhã
de sol a brilhar
De bons ventos
Só queria cantar
O sabiá na janela
Espiava o amor à mesa
De um café da manhã
A sonhar
`A mesa não havia nada
Apenas um olhar
De dois
Que só queriam amar.
Leonardo Paes Leme
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