Há tempos que não te
chamo assim
Num repente sou surpreendido
Abro os braços
E você me rouba
Há tempos que não te chamo assim
você me traz Vinicius, me eNeruda
Fico sem chão, sem medo
Deito nas linhas do poeta
Levanto ao canto do sabiá
Ando a djavanear
Mergulho do mais alto prédio
E volto a voar
Seu cheiro rosa meu lar
Seu sorriso dança em minh’alma
Há tempos que não te chamo assim
Meu Amor

Nenhum comentário:
Postar um comentário